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Com que tinta eu vou?

07.06.2017


Existem tantas opções de tintas, massas e outros produtos para aplicação, em revestimentos internos e externos, que é comum surgirem dúvidas quanto a qual tipo escolher. É importante então conhecer algumas diferenças entre os grandes grupos de tintas. A primeira coisa a saber é que não existe uma tinta para todas as superfícies e usos. A escolha da mais adequada para cada situação deve ser feita junto a empresas especializadas, como a Audax Construções, fazendo com que haja um melhor acabamento e durabilidade.

Uma das tintas mais comuns é a de látex. Ela tem uma base solúvel em água, o que facilita a pintura, sendo facilmente lavável em caso de respingos em outras superfícies. Seu acabamento tem ótimo resultado, seca rapidamente e tem pouco cheiro no pós-pintura. Entretanto, não é indicada em áreas molhadas ou que possam receber chuva.

Também muito famosa, a acrílica tem aspecto semelhante ao que é oferecido pela de látex. A diferença é que possui resinas acrílicas que a deixam com alta impermeabilidade, permitindo que sejam eficientes em pinturas externas e áreas molhadas, como cozinhas e lavabos. Além disso, a acrílica tem acabamento mais brilhante do que o látex, apesar de existir na versão fosca – o que demanda atenção extra na hora da compra.



No grupo das tintas à base de óleo, existe a do tipo esmalte. São ideais para revestir ferro e madeira, em janelas, corrimãos e demais estruturas metálicas – assim como as portas, que ganham versatilidade com as esmaltadas por serem duráveis e permitirem fácil manutenção. Outro benefício é que seu acabamento traz a impressão de haver uma película formada sobre a superfície, não sendo assim indicada para paredes devido ao alto risco de formação de bolhas.

Há ainda alguns tipos de tintas de uso muito específico, como as de epóxi e poliuretano. São sintéticas e não solúveis em água, indicadas para a pintura de caixas d’água, por exemplo, e até mesmo em pisos. Sua alta impermeabilidade faz com que sejam ótimas em banheiros e cozinhas. A equipe da Audax Construções tem profissionais treinados para analisar e indicar as opções mais adequadas em cada situação, explorando as vantagens de cada tinta e deixando-as com efeito estético agradável por muito mais tempo.

O que fazer para ter ambientes bem iluminados

19.05.2017


Não é raro ouvir arquitetos dizendo que a iluminação responde por 50% do projeto, tamanha a sua importância nos ambientes. Ela pode mudar um espaço por completo, criando diversos cenários e trazendo aconchego e praticidade. A luz também exerce função decorativa, destacando o desenho das peças e dos elementos arquitetônicos.

A própria concepção do projeto pode melhorar a iluminação. É possível aproveitar melhor a luz do sol investindo em grandes aberturas e panos de vidro. Ambientes com pé-direito duplo são perfeitos para investir em soluções do tipo. As janelas também podem ser executadas em proporções maiores, porém harmônicas, e em determinadas localizações nas paredes. A posição que uma casa se encontra dentro do terreno também influencia. Empresas como a Audax Construções, com equipes especializadas, podem fazer estudos e orientar a melhor maneira de construir de modo a aproveitar a iluminação natural.

É preciso tomar cuidado também na hora de procurar por lâmpadas e luminárias. Um dos primeiros quesitos a serem avaliados é a temperatura de cor. Isso significa que é preciso escolher bem onde colocar luzes brancas e amarelas. Locais como a sala de estar, televisão e dormitórios, onde o descanso e o lazer são prioridade, o ideal é investir nas amareladas e quentes. Assim, as brancas devem ser colocadas nos cômodos que pedem concentração e trabalho, como a cozinha, lavanderia e escritórios. Tanto é verdade que restaurantes do tipo fast food apostam nas luzes brancas para incentivar uma maior rotatividade de clientes, enquanto os bistrôs usam as amarelas, que incentivam a permanência e o relaxamento.



Em ambos os casos, deve-se evitar o ofuscamento. Isso acontece quando a luz bate em alguma superfície e reflete diretamente nos olhos. Para que isso não ocorra, deve haver cuidado com os pontos de luz intensa perto de materiais reflexivos, como os espelhos, utilizados no acabamento ou detalhes decorativos. Acredite: isso faz uma diferença e tanto no projeto, pois aquele espaço preferido pode se tornar uma dor de cabeça.

Outro ponto importante é selecionar luminárias do tamanho certo. É preciso levar em conta a dimensão do ambiente antes de adquirir um lustre, por exemplo. A dica parece óbvia, mas é sempre válido repeti-la: sempre escolha uma luminária que seja proporcional ao espaço onde será instalada. Em uma sala de proporções reduzidas e teto rebaixado, use um pendente menor. Do mesmo modo, quando o pé-direito for duplo ou tiver dimensões generosas, os modelos maiores devem ser os eleitos – até para fazer jus à amplitude do local.

Em jardins e áreas externas, o investimento em iluminação tende a ser de menor tamanho que nos interiores. O motivo é que, em relação aos locais fechados, o olho humano precisa de menos luminosidade em locais abertos para enxergar as luzes e sombras. Assim, a iluminação exterior pode priorizar a luz indireta, que ilumina os elementos de forma sutil. Já a luz direta foca no objeto ao qual está dirigida, iluminando o que está em volta em menores proporções.

Os caminhos da impermeabilização eficaz

12.05.2017


A situação é tão antiga quanto recorrente. Depois de a obra estar pronta, ou mesmo durante a mesma, começam a surgir manchas nas paredes, por vezes acompanhadas de mal cheiro. Pode ser a ponta do iceberg de problemas na impermeabilização. Quando esse trabalho não é feito corretamente, a umidade toma conta das estruturas, acarretando em diversos contratempos.

Os prejuízos podem ser tanto estéticos quanto financeiros. Manchas na pintura, pisos soltos, revestimentos descascados, e até mesmo problemas de saúde aos moradores, provocados pelo mofo. A segurança também pode estar em risco com a oxidação das estruturas de proteção, batentes de janelas e portas.

Existem no mercado diversas soluções para evitar que a obra chegue a esse ponto. Esses produtos são conhecidos como impermeabilizantes, que deverão ser aplicados antes do acabamento final em todas as áreas que necessitam de proteção. Há também sistemas projetados para ficarem expostos, junto ao acabamento final. Entram nessa lista as mantas autoprotegidas, os revestimentos do tipo epóxi e, entre outros, os impermeabilizantes acrílicos.



O ideal é sempre contar com empresas especializadas, como a Audax Construções. Elas podem identificar com precisão quais os tipos de impermeabilização corretos para cada ocasião. Nas paredes externas, por exemplo, o reboco deve ser impermeabilizado. Nas internas, as atenções voltam-se para lajes, cozinha, banheiro e área de serviço. As vigas devem ser impermeabilizadas, evitando que a umidade surja nos rodapés e chegue às partes mais altas. Outra dica valiosa é optar por produtos de secagem rápida, ou então sistemas que não precisem de secagem, como as mantas asfálticas. Lembre-se sempre: azulejos e cerâmicas sozinhos não garantem a proteção da parede ou do piso contra infiltração de água.

Um ponto importante a ser mencionado é a questão da qualidade versus preço. É comum ver casos nos quais os moradores insistem em economizar o máximo possível, até mesmo na impermeabilização. Entretanto, não é o lugar para pensar apenas em custo. Os produtos não devem ser julgados pelo valor que consta na etiqueta, mas sim pelo que podem oferecer em termos de proteção. Devido à diversificada quantidade de soluções disponíveis, é possível encontrar opções que sejam mais em conta. Não há problema nisso, desde que o item selecionado dê conta do recado. Afinal, quando o assunto é impermeabilização, a frase "o barato sai caro" é uma grande realidade.

Os encantos do concreto aparente

28.04.2017


Ele já foi tido como sinônimo de algo mal acabado, mas hoje figura entre as soluções mais charmosas para fachadas. É o concreto aparente, técnica coloca o cimento como um acabamento exposto, superbelo e sofisticado. O charme contemporâneo paralelo ao toque rústico garante um visual interessante tanto para fachadas quanto em elementos internos. É também uma alternativa que traz redução de custos por não necessitar de trabalho pós-aplicação. Grandes obras famosas de Oscar Niemeyer situadas em Brasília são executadas em concreto aparente, algo que reforça seu valor estético.
Porém, é uma solução que exige cautela. O trabalho deve ser realizado por profissionais capacitados, para evitar problemas futuros e garantir durabilidade. O ideal é que seja executado com fôrmas adequadas e equipamentos específicos, evitando o surgimento de imperfeições. Empresas como a Audax Construções podem indicar as melhores alternativas em cada tipo de obra.

É durante a aplicação, aliás, que é definida a textura. Sua aparência pode ser mais rudimentar ou lisa, algo que varia conforme as características do projeto. Existe também a possibilidade de aplicar o concreto aparente mesmo depois que as paredes do imóvel já estejam prontas, instalando com painéis de fechamento ou peças pré-moldadas.
No que se refere à manutenção, poucos são os cuidados a serem tomados, e que podem deixar o concreto aparente como novo por anos. Não se deve usar sabão ou detergente, limpando então somente com água sob pressão. Uma ótima dica é aplicar verniz ou silicone depois da execução, já que o concreto aparente é essencialmente poroso.
Audax Construções

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